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Quarta-feira, 14 de Abril de 2004

Estou farto de me perguntar, porque?

exausto, desiludido, desanimado e abatido. Nao vou escrever muito, nem fazer nehum tipo de dissertação sobre o que pretendo dizer, porque o que é para ser dito, pode ser feito em linha recta e curta.





Estou farto deste ritmo, desta terra de promessa, que tudo se faz, e tudo fica por fazer. Aqui, as ideias ficam suspensas, ás vezes, paradas em gavetas, mas nunca mais além disso, aqui, tudo se fala e nada se faz.

Estou farto de me perguntar, porque?

publicado por Andre às 03:40
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8 comentários:
De Anónimo a 23 de Abril de 2004 às 05:47
quem é o sr. mediador?
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De Anónimo a 20 de Abril de 2004 às 19:06
compadres!
até aqui nada de novo! se vamos pactuar com o que os senhores do governo fazem uma das formas é o conformismo e baixar os braços todas as outras é a união! vamos articular soluções, vamos defenir estratégias, vamos fazer frente olhos nos olhos a todos os ke sob a fachada da democracia nos atropelam e esmagam em prol dos seus interesses! mas vamos utilizar essencialmente uma ferramenta que poucos deles parecem possuir! inteligência... união_acção = dialéctica da evolução! sr. mediador qual é a sua opinião!?
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De Anónimo a 19 de Abril de 2004 às 19:35
eheheheheh, estou a rir e não é razão para menos. Claro que não chegou a ser enviada, é óbvio que espero que o PR venha visitar este espaço, é obvio também que ainda acredito no Pai Natal e que este ano, vou receber uma prendinha boa, pelo meu bom comportamento, LOL.

não, nao o fiz, e julgo que me falta essa força anímica para o fazer, ou falta-me acreditar que ela será aberta e lida pelo destinatário, em todo o caso,entendo a observação, foi correctíssima.


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De Anónimo a 19 de Abril de 2004 às 09:10
e por falar em força anímica, Luis Dinis, a carta ao PR, chegou a ser enviada? Ou a esperança de que ele visite este bolg é mais forte?
myself
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De Anónimo a 17 de Abril de 2004 às 00:40
Não duvido que a vontade de ver concretizada a mudança exista de facto, mas já o mesmo não posso dizer, da força ânimica para operar as acções necessárias para que tal aconteça. Quanto a mim, trouxe hoje nos olhos uma morte anunciada. Em todos os tempos e em todos os recantos deste mundo, ouviremos dizer que a esperança é a última a morrer. Hoje, eu reconheci, que há coisas, para as quais eu não guardo já esperança e isto, a propósito da "absurda" rede viária de transportes públicos do alentejo, que não permite a quem não tem viatura própria, de trabalhar fora da sua área de residência e nesta ângustia experencida, reflectia sobre os 30 anos procedentes ao afamado 25 de Abril e no peito, nasceu em mim, o desejo de escrever uma carta ao sr. presidente da républica.

Sr. Presidente, enquanto assistimos à ampliação dos nossos "instrumentos de guerra", os portugueses choram a aflição do desemprego. Sr. Presidente, enquanto o executivo troca as suas viaturas presindencias, o fogo destroi e compromete o presente e o futuro do país. Sr. Presidente, enquanto enterramos fortunas em estádios de futebol de clubes de segunda divisão, as escolas encerram de norte a sul do país. Sr. Presidente, enquanto falam e comemoram o 25 de Abril, a governação do país, faz tábua rasa dos princípios fundamentais da democracia. Sr. Presidente, que fizemos nós durante 30 anos?
Sr. Presidente, não nos encham com campanhas televisivas, que refiram pomposamente os milhares de km2 de estradas que fragmentaram o território nacional, como se isso fosse sinónimo de desenvolvimento, não nos passem certificados de estupidez, porque nós sabemos o significado de desenvolvimennto e até estamos dispostos a ensinar quem (des)governa, acerca do sentido do conceito. Sr. Presidente, estou cansado de ouvir falar de 25 de Abril, de liberdade e de fascismo, estou cansado de comemorar um embrumo e enjoado da mentira.Luis Dinis
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De Anónimo a 15 de Abril de 2004 às 16:40
"têm avondo"
de conformismo e aceitação para com a passividade que nos absorve e para com aquilo que nos torna amorfos..!!
só o facto de haver uma discussão acerca destes aspectos é demonstrador de uma vontade de mudar e na minha opinião o que é necessário é actuar ao invés de prometer, fazer mais ainda do que dizer e ser persistentes contra aqueles que só olham para o seu umbigo e que ambicionam por tachos e panelas e que se esquecem de motivar e revitalizar valores elementares e necessários á progressão.. ( muito mais...) Somos muitos com a mesmas aspirações vamos torná-las concretas e concretizáveis e fazer valer objectivos comuns!!! Saudinha!!!montado
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(mailto:cha_parro@portugalmail.pt)
De Anónimo a 14 de Abril de 2004 às 15:49
neste momento ja pouco me serve de consolo. Soube hoje, que uma proposta que entreguei à duas semanas à câmara para enriquecimento ambiental dos animais em cativeiro no jardim público, ainda não foi apreciada, é como eu digo, neste terra, tudo se promete e nada se faz.

Ainda não consegui deixar esta intermintente questão, porque nao consigo entender, quais as razões para esta inércia.

enfim. Um bem haja a todos

Luis Dinisokayyam
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De Anónimo a 14 de Abril de 2004 às 09:21
Se servir de consolo, compreendo perfeitamente onde quer chegar...parei de colocar essa questão no momento em que passei a colocar outra:
"— O que é que já FIZ para alterar esse estado de coisas?"
Uma coisa é certa, por vezes, nem é preciso FAZER nada, basta DIZER.
Na maioria dos casos, tudo começa com o diálogo, desde que bem intencionado, objectivo e produtivo — mesmo que difícil de dizer e/ou de ouvir.myself
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