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Sexta-feira, 14 de Maio de 2004

Denúncia Esclarece Casos de Civismo

Ora vejam só o teor desta notícia que o Diario Semanário adiantou; uma pequena amostra de todo o carácter deste orgão de comunicação.
















A notícia rebentou como uma bomba nos órgãos de comunicação social: Há provas da existência de apostas por detrás do civismo de alguns condutores portugueses.








"É difícil não relacionar essas apostas com a diminuição de acidentes em trajectos perigosos como o IP5",quem o diz é Júlio Prudêncio, chefe da brigada de trânsito da GNR de Aveiro que vai mais longe ao afirmar que "os automobilistas portugueses estão cada vez mais conscientes".









A polémica surgiu após denúncia de apostas envolvendo grandes somas de dinheiro que desafiavam condutores a viajar dentro da lei em vários itinerários considerados perigosos.







"Soube de condutores que atravessaram o auto-estrada de Lisboa ao Porto e vice-versa sem cometer nenhuma infracção" afirmou uma testemunha que quis permanecer anónima por se achar mais bonita com a cara desfocada "depois, os colegas tratavam-nos como heróis"







Segundo a mesma testemunha, as apostas podiam chegar aos 2500 euros para quem se arriscasse fazer viagens de 300 Km completamente sóbrio e 1800 euros para o condutor que conseguisse cumprir as regras de prioridade sem usar a violência física.







Júlio Prudêncio, considera estas declarações preocupantes e associa-as às crescentes manifestações de civismo nos grandes centros urbanos, com exibições de práticas correctas de condução e outras habilidades "Juntam-se dezenas de jovens condutores para demonstrar a perícia de conduzir um carro dentro dos limites da velocidade e fazer manobras de estacionamento sem embater contra outros automóveis" Admite que é difícil travar estas manifestações "Quando lá chegamos começam a fazer peões e "picanços" perigosos, tudo dentro da normalidade"







Na sua gruta, a socióloga Eva Cristina, explicou que estes casos têm origem na inaptidão natural dos portugueses para a condução "Tudo não é mais do que a necessidade de ir contra o estabelecido ...é uma característica humana impossível de contrariar."







Será pois, um problema sem solução. "O civismo vai continuar nas estradas por mais que se lute contra ele" afirma a socióloga troglodita que para finalizar, alerta para a preocupante crise de identidade que pode advir deste facto "Os portugueses podem ficar a pensar que vivem num país civilizado".




Hugo Torres

publicado por Andre às 23:14
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